Dilemas da doação de órgãos

Envie sua redação para correção
    Dê a vida ao outro
        Durante a Segunda Guerra Mundial,em meados do século XX,a medicina se desenvolveu muito,devido as grandes inovações do período.Posteriormente,com todos os avanços tecnológicos foi possível realizar a transfusão de órgãos por meio da doação dos mesmos.Contudo,a falta de estrutura tecnológica e a difícil aceitação familiar são desafios para o desenvolvimento dessa prática no Brasil.Logo,é indubitável que tal progresso é de extrema importância para a sociedade.
         A Constituição de 1988 declarou que a saúde é um direito de todo cidadão.Dessa forma,a falta de estrutura médica,hospitalar e tecnológica vão contra a constituição.No Brasil a saúde em geral está precária,pessoas são subjugadas a esperar dias,meses e até anos por um simples exame.Como resultado,essa deficiência afeta na doação de órgãos,pois,não adianta apenas ter o órgão necessário,precisa-se também de uma excelente estrutura.
           Ademais,o empecilho colocado pelas famílias dos concessores dificulta muito está prática.A Lei 10.211 de 23 de março de 2001,determinou que a doação de órgãos deve ser autorizada por escrito,por um familiar.Assim sendo,é fundamental a colaboração dos parentes do doador nesta prática.Porém,o Ministério da Saúde informou que cerca de 44% das famílias são contra a concessão de órgãos .Ou seja,quase metade da população ainda rejeita a atividade.
           Portanto,é inquestionável que a doação de órgãos é de muita importância para a população.O Ministério da Saúde deve promover um maior investimento na infraestrutura da saúde brasileira,como também contratar mais profissionais,para continuar desenvolvendo essa prática tão benéfica à sociedade.Não apenas,as instituições de ensino tem que elaborar projetos para seus alunos,a fim de responsabiliza-los do valor da concessão de órgãos para o futuro da sociedade.