Dilemas da doação de órgãos

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    Título: Sem doador não há transplantes
         Com o aumento de determinadas moléstias que corrompem e debilitam órgãos, inabilitando-o por completo, há a necessidade de transplantes. Para que isso ocorra de forma proporcional o número de doadores deve ser igual ao de pessoas à espera de uma transplantação. Embora ser isso o que se almeja, não é o que ocorre no sistema de saúde.
         Doenças como insuficiência renal e problemas relacionados às válvulas cardíacas,por exemplo, vêm atingindo um número maior de pessoas em decorrência do estilo de vida moderno. Tais patologias em seus estados mais graves submetem os doentes a um transplante como forma de tratamento. Porém, na maioria dos casos os órgãos necessários para esse procedimento não estão disponíveis no sistema de saúde da região.
         Isso ocorre em decorrência da disparidade entre doador e receptor, visto que poucas são as famílias que aceitam doar os órgãos do ente, por inúmeros motivos, para que seja posteriormente utilizado. Razões como despreparo da equipe de saúde para lidar com a situação, falta de humanidade ou até mesmo indiferença à situação são exemplos que dificultam o processo de concessão dos órgãos na sociedade como um todo.
         Desse modo, cabe ao governo a capacitação dos profissionais de saúde, por meio de cursos obrigatórios e palestras, a fim de abordar com qualidade, humanidade e empatia os familiares em todo processo. A ação midiática é imprescindível, haja vista que alcança uma grande massa, na propagação do conhecimento e esclarecimento acerca dos procedimentos realizados, tirando assim o receio e medo relacionados à doação de órgãos tão necessária atualmente.