Dilemas da doação de órgãos

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    vamos de mãos dadas                                                                  ´´O primeiro passo é o mais importante na construção de um homem ou nação``. Tal égide de Oscar Wilde mostra que por traz de toda grande ação é preciso uma pequena iniciativa, e com o crescente numero de mortalidade pela falta de órgãos que foram para o lixo, é notório que essa iniciativa não esta sendo feita. Em razão disso para que exista essa grande ação é necessário que o dialogo nas famílias e o profissionalismo entre enfermeiro e paciente exista acerca do assunto ``doação de órgãos``.
          Em primeiro plano a falta de comunicação nas famílias é um grande celeuma já que; com a ausência  de dialogo a família não tem como saber se a doação de órgãos era um desejo do falecido. Tal problema tem como causa a falta de anúncios e propagandas acerca do assunto que não da brecha para uma discussão sobre tal. Por consequência disso e juntamente com a dor da perda a família acaba decidindo não doar os órgãos, privando aqueles que precisavam de ter uma nova chance.
              Outrossim, mesmo com o aumento de mais de 50% no sucesso de transplante de órgãos ainda ha percalços a serem resolvidos como a melhora da relação entre paciente e enfermeiro. Dessa forma, o profissionalismo deve melhorar pois em boa parte do fracasso com os doadores é culpa daqueles que comunicam os familiares e estabelecem contato, pois quando falham acabam por consequência levando um órgão para cova.
                  torna-se evidente, portanto, que é de suma importância que a comunicação entre familiares seja reforçada explicitando os seus desejos e que as pessoas se conscientizem  que isso é algo que pode acontecer a qualquer momento, e que caso aconteça não seja em vão, que continuem de mãos dadas um ajudando o outro assim como no aforismo de Drummond. Dessa forma, para resolver os hiatos citados é fundamental que o governo com a ajuda da imprensa possa orientar a opinião publica por meio de campanhas e propagandas na TV, radio, escola e repartições publicas ou privadas e que essas repartições possam propor projetos pautados na responsabilidade social como campanhas, programas e convenções. Diante disso o assunto não seria algo distante para a população, o que daria brecha para aumento de entendimento acerca do assunto.