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    De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016 tivemos um crescimento de 5% na doação de órgão. No entanto, o número ainda está bem abaixo do que é necessário. Diante disso, torna-se necessário, analisar como a negligência da escola unida as falhas poder público intensifica esse impasse.
     No que se refere a problemática em questão, toma-se como primeiro ponto a ser ressaltado a negligência escolar. Isso porque, o modelo pedagógico vigente ensina apenas conteúdos cobrados em provas e se ausentam de lecionar a temática da doação de órgãos. Consequentemente, favorece o tabu social a respeito da doação. Hoje, por exemplo, é comum as pessoas pensarem que o órgão só poderá ser doado depois da morte, também acreditam que podem contrair alguma doença infecciosa durante a doação. O que explica, talvez, os 5%, conforme o( MS) a recursão das famílias na doação de órgãos. 
     Somando a isso, as falhas do poder público corroboram com esse caos social. Isso porque, segundo o Sistema Nacional de Transplantes 70% dos órgãos são desperdiçados, devido a má distribuição de equipes especializadas para essa função que se concentra na regiões sul e sudeste do Brasil, assim como os aspectos técnicos de infraestrutura e transporte. Por consequência dessas falhas, muitas pessoas acabam morrendo enquanto esperam. Isso demostra a necessidade de melhoria do governo para com a sociedade.
     Portanto, com fito de acabar como os desafios, é necessário que o Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Saúde e a mídia dissemine a abordagem sobre o tema e sua importância, a fim de conscientizar o acesso verídico da informação e incentivar a doação de órgãos, com campanhas em escolas, televisão e internet. Bem como, a escola deve incluir na grade escolar, como interdisciplinaridade, aulas de ciência e biologia proferidas por professores sobre o tema, fazendo o saber desde a infância. Outrossim, o Governo Federal deve disponibilizar maiores recursos para investir em infraestrutura e meios de transportes. No mas, deve-se haver uma difusão da concentração de profissionais para as todas as regiões, para fim de suprir as necessidades existente.