Dilemas da doação de órgãos

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    Conquista Negligenciada
      O primeiro transplante de órgãos realizado no mundo ocorreu em 1933, realizado por um cirurgião Ucraniano em um homem para tratar uma insuficiência renal aguda. Em 1963 ocorreu o primeiro transplante de fígado em 1967 o primeiro cardíaco. No Brasil o primeiro transplante foi realizado em 1968. No entanto, existem poucos doadores para uma demanda alta, sem contar a desconfiança da sociedade, e a rejeição por parte dos familiares.
      Primeiramente, no que tange a doação de órgãos a demanda é elevada pelo fato de ainda haver poucos hospitais e profissionais especializados para realizarem o transplante. Outro fator é a rejeição dos familiares, isso ocorre por não saberem como acontece o processo. Essa demora acarreta na maioria  das vezes em não ser mais possível doar os órgãos, pelo fato de o prazo haver expirado. Como dizia Nelson Mandela " Democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria, é uma concha vazia". 
      Num segundo plano, existe a forte desconfiança da população em relação a doação de órgãos por haver o tráfico de órgãos. Nesta perspectiva muitos familiares optam em não autorizar o procedimento, com receio do hospital acelerar a morte do paciente para que seja feita a doação. Ainda existe a venda de órgãos, que por lei é crime, porém os moradores de países desenvolvidos conseguem comprar esses órgãos nos países subdesenvolvidos, alimentando assim o comércio ilegal de órgãos.
      É notório, que as objeções mencionadas causam muito transtorno a quem precisa de um transplante. A solução seria o Governo Federal através do Ministério da Saúde investir em mais hospitais qualificados, contemplando mais estados, a sociedade promover debates para informar a população como é realizado o procedimento. Com relação ao comércio ilegal de órgãos o Governo e a sociedade poderiam criar ONGs e rodas de debates para informar a população que esse tipo de comércio é crime, e alertar sobre como isso acontece, com o objetivo de combater tal feito.