Dilemas da doação de órgãos

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    Criada biologicamente para doar órgãos à sua irmã com câncer, o filme ''Prova de amor'' retrata a história de uma criança que foi gerada para salvar. Paralelo a isso, a retirada de órgãos de um indivíduo para salvar outros levanta questionamentos a respeito da ética envolvida no procedimento, o momento para que aconteça e a legalização dos transplantes. 
       Um indivíduo pode torna-se doador de órgãos quando incapacitado ou não, podendo prolongar a vida de outras pessoas. Esse procedimento, no entanto, só é executado quando existe viabilização da compatibilidade entre doador e receptor. 
      O glicocálix é uma molécula agregada a superfície de células que promovem reconhecimento de corpos no organismo e pode possibilitar a rejeição de um órgão, caso o procedimento não atenda aos requisitos necessários. 
       Para que a doação aconteça é preciso, anteriormente, termos assinalados que comprovem a aceitação, ou, em caso de impossibilidade, autorização familiar para a doação. Em alguns casos, ocorre recusa familiar em virtude de condições inóspitas enfrentadas pelo doador e pelo risco da venda ilegal, além de questões pessoais ou religiosas. 
        Transplantar órgãos, portanto,só pode ser realizado quando enquadrado nas normas legais e consentido pelo doador ou familiares. Dessa forma, é importante a divulgar, por meios de veículos de mídia, a importância de se tornar doador, com finalidade de ajudar a prolongar a vida de outros,além de conscientizar familiares, em caso de morte cerebral, a respeito da doação, com finalidade exclusiva de utilizar os órgãos saudáveis para fins positivos, quando o cérebro impossibilita a sobrevivência.