Dilemas da doação de órgãos

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    A doação de órgãos é importante pois ela pode salvar vidas, visto que ela diminui o sofrimento de pessoas e as ajuda a superarem  suas limitações, porém, a falta de conhecimento e a falta de estrutura do serviço público para realizar esse trabalho impede o crescimento das doações e transplantes no Brasil.
      Embora em 2016 tenhamos tido um crescimento de 5% nas doações, o número anda está bem abaixo do que é necessário, isso se deve à recusa das famílias que chega a 40% de acordo com a ABTO (associação Brasileira de Transplantes de Órgãos). O motivo dessa recusa, na maioria dos casos, é devido a crença da população sobre os mitos que circulam sobre essa questão como, por exemplo, a ideia de que, ao decidirem pela doação dos órgãos do parente, os médicos acelerarão a morte do paciente, ou que o paciente poderá voltar a viver mesmo após a morte encefálica.
      Além desse problema, existe uma má distribuição de equipes especializadas para esse tipo de função, sendo que a maior parte delas estão concentradas na região Sul e Sudeste, deixando o restante do país despreparado para realizar esse trabalho. Fora a falta de profissionais qualificados.
      Por isso, como podemos ver, para que haja um aumento significativo nas doações e transplantes de órgãos no país, é necessário desmitificar esse serviço. Isso será possível com o Ministério da Saúde promovendo campanhas que informem a população sobre sobre a importância desse ato e sobre como esse trabalho é realizado, utilizando os meios de comunicação de massa, como TV e rádio, com campanhas publicitárias sobre esse tema. Além disso é importante preparar o país para o  aumento das doações. O Ministério da Saúde deve aumentar o investimento nos hospitais, contratando médicos especializados,  comprando equipamentos para essas cirurgias e helicópteros para  que os hospitais onde essas cirurgias acontecem estejam sempre preparados para transportar os órgãos o mais rápido possível. .