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    Com a ascensão do transplante de órgãos, pessoas que dependem deste, finalmente, poderão ter uma vida mais ativa ou proativa, isto, em função das atividades exercidas anteriormente. Analisando esse conceito atrelado à conjuntura atual, nota-se os pontos positivos e negativos, que serão avaliados, e como melhorá-los. 
          Por ser uma técnica cirúrgica, com finalidade em substituir um órgão doente por um sadio, torna-se favorável para muitos o fato de poder ser executado ainda em vida, nos casos de rim, parte de fígado e medula óssea, haja vista que, um único doador poderá salvar ou melhorar a vida de mais de 25 pessoas, se os órgãos forem aproveitados corretamente. Observa-se que, outros órgãos fazem parte desta escala como o coração, córneas, pulmões, veias, intestino e pâncreas. 
          Segundo o Sistema Nacional de Transplantes, de 2008 a 2013 o número de doadores efetivos de órgãos cresceu 90% no país, o que fez a fila de espera cair 42%. A Lei 10.211, de março de 2001, dá plenos poderes para a família doar ou não os órgãos de seus parentes mortos,  sendo o motivo a morte encefálica, mesmo sabendo que muitas dessa são, ainda, resistentes. 
          Entretanto, a resistência mencionada junto aos riscos inerentes a uma cirurgia de grande porte, infecções e rejeições, são alguns pontos que trazem maiores preocupações à sociedade, tendo em vista que, o transplante não é cura, mas um tratamento que pode prolongar a vida com melhor qualidade. Sabe-se que, a existência do tráfico de órgão, também é fator agravante, do qual há máfias comprando e vendendo os mesmos, tornando assim, sociedades refém do medo. 
          O legado histórico-cultural do País deverá ser atribuído ao Governo Federal, por meio do Ministério de Saúde, com a criação de novos hospitais especializados, fiscalização para diminuir o tráfico de órgãos e, campanhas em locais públicos para que as pessoas entendam mais sobre o assunto sem ter receio.