Dilemas da doação de órgãos

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    A doação de órgãos é um ato no qual a pessoa manifesta a vontade de doar uma ou mais partes do seu corpo a fim do tratamento de outras. Poderá ser feito pela pessoa em vida que pode fazer a doação de parte dos rins, fígado ou medula óssea, ou da pessoa não viva que pode doar vários órgãos e tecidos como: rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão e tecidos como córnea, pele, ossos, assim que, constatado a morte encefálica. Porém de nada adianta a vontade pessoal, pois no caso da morte é a vontade da família que prevalece. Outro ponto importante precisa ser chama do atenção é o mercado negro de órgãos.
      Sabe-se que a doação de órgãos é um ato de amor e solidariedade, mas o grande problema é o pouco conhecimento que se tem sobre a irreversibilidade da morte encefálica. Muitas vezes a família fica na esperança que é possível reverter o quadro, não autorizando a doação. Assim como, a falta de conversa sobre o desejo de doar, contribui para a família não permitir.   
       Por outro lado, é demasiada gravidade o crime de tráfico de órgãos, ainda que, não muito constatado e obscuro no Brasil, há casos investigados pela Justiça Federal. Ao analisar dados do Ministério Público Federal é possível reconhecer um grande entre países "Açougue Humano". Uma grande organização de compra e venda de órgãos tendo como maior comprador Israel seguido de maior vendedor a Índia. 
      Portanto, para que o Dilema de doação de órgãos seja solucionado, primeiramente é necessário que haja investimento do governo em campanhas administradas pelo Ministério da Saúde com intuito de conscientizar a população da importância da doação de órgãos evidenciando a irreversibilidade da morte encefálica. Além disso é de extrema relevância a denuncia, investigação e punição sobre o crime de tráfico de órgãos que pode ser realizada com a contribuição de toda a sociedade em conjunto com o Ministério Publico Federal.