Dilemas da doação de órgãos

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    Ato de amor e solidariedade
     A  doação de órgãos é um assunto pouco repercutido na sociedade contemporânea. Desse modo percebe-se a gravidade da situação no qual o país se encontra,deixando milhares de vida em jogo. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a falta de informação dos familiares e o bem que a doação traz para indivíduos na lista única.
      De maneria análoga, cabe pontuar a baixa falta de informação necessária para haver a permissão dos familiares para a doação.Comprova-se isso por meio do Ministério da Saúde,pois em 2014 houve 36 mil mortes com traumatismo craniano e AVC e 11 mil aguardavam o transplante, mas não obtiveram nada.Dessa maneira,a realidade  país é preocupante, pois vidas seriam salvas caso houvesse a devida informação à população.
      Sob essa conjectura,convém frisar o bem da doação.Qualquer pessoa- desde que não tenha um mal estado de saúde, ou sem a autorização da família- acima dos 21 anos, pode doar tecidos, como a córnea ou ossos, e indivíduos que vão á óbito por morte encefálica, tem a chance de salvar até 25 pessoas. Diante disso, é possível perceber que soluções devem ser feitas para conscientizar a população  e remover a nação de um estado crítico.
        Relaciona-se, portanto, primordialmente, que medidas devem ser postas para atenuar a problemática.Segundo Martin Luther King: Toda hora é hora de fazer o que é certo, sendo assim, é imprescindível que o governo deve impor campanhas com a finalidade de informar o país sobre a doação de órgãos e as prefeituras criarem ONG's para a população receber a devida informação e se conscientizar, as novelas devem retratar a situação e mostrar a realidade e a saída do problema-doação de tecidos e autorização familiar caso haja falecimento- e além de tudo informar a população que doar é um ato de amor e solidariedade e salva inúmeras vidas.