Dilemas da doação de órgãos

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    É consenso que a doação de órgãos foi um progresso possibilitado através da Revolução Tecnocientífica. Em consequência, sua problemática traz divergências de opiniões, principalmente entre conservadores e revolucionários. Dentre tantos assuntos relevantes temos a caótica fila de espera, o tráfico do órgãos e condição para ser doador.
     A princípio, a fila de espera se estabelece de forma caótica, devido  á grande quantidade de pacientes aguardando a doação de um órgão ser incompatível com a precariedade de doações recebidas no Brasil. Assim, muitos resignados morrem nessa delonga, visto que, alguns órgãos ao apresentar insuficiência tem período curto de vida útil, como por exemplo o coração. Dessa forma, evidenciando a importância da doação de órgãos.
     Mais que isso, o tráfico de órgãos vem crescendo progressivamente, embora seja um comércio ilegal em praticamente todos os países, exceto no Irã. Sendo assim, o número de transplantes ilegais aumentou proporcionalmente, uma vez que, muitos pacientes com medo de falecer na fila de espera optam pela realização ilegal da cirurgia de transplante. Entretanto, a realização dessas cirurgias, em sua maioria, é de forma precária e de resultados perigosos, devido ao fato de por diversas vezes não saber o histórico do doador, em consonância, se o órgão é compatível com o destinatário.
     Dessa forma, evidencia-se a importância de ser um doador de órgãos, posto que, todos podem ser doadores, salvo portadores de doenças contagiosas e transmissíveis, infecção generalizado ou tumor no órgão a ser doado. Por certo, pode-se em vida, doar órgãos desde que sejam um órgão duplo, por exemplo o rim ou pulmão. Entretanto, quando se é falecido a escolha é feita exclusivamente pela família, por seguinte, nota-se que a recusa familiar é alarmante para a condição da saúde no Brasil, visto que, muitas famílias tem dificuldade de aceitar e assimilar a perda de um ente querido.
     Destarte, é necessário que  o Governo juntamente com a polícia aumente a fiscalização, fazendo vistoras de rotinas em diversas instituições hospitalares,  para evitar e erradicar o comércio de órgãos ilegal existente, o que diminuirá os transplantes ilegais e por seguinte reduzirá o número de mortes devido a deficiência deste processo clandestino.  Além de medidas para promover a maior doação de órgãos, como a realização working shoppings, pela OMS, denominado O Compartilhamento da Vida, aberto a toda a comunidade com médicos pautando sobre a importância da doação de órgãos, sendo assim, promovendo a população a doar mais órgãos em vida e diminuindo a fila de espera e  recusa familiar, ocasionada pelo medo do desconhecido.