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    Segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos), cerca de 1660 famílias autorizaram transplantes no primeiro semestre de 2017. Apesar do aumento de 16% em relação ao ano passado, ainda existem dilemas enfrentados, como a resistência da família  e a falta de infra estrutura necessária.
       Apesar do aumento significativo de doações, a falta de informação por parte das famílias ainda é um grande empecilho para salvar vidas. Visto que, muitas famílias tem receio do diagnóstico precoce da morte encefálica para que ocorra a retira dos órgãos, porém é do conhecimento de poucos que o Brasil está entre os países de diagnostico mais seguro do mundo.
      Segundo o ministério da saúde, em junho deste ano mais de 32 mil pessoas estavam na fila pela espera de transplante de órgãos, um numero tão grande é ligado também a pouco estrutura para tais operações, uma vez que o transporte de órgãos devem ocorrer de maneira muita rápida sendo necessário o uso de aeronaves, além disso o numero de profissionais e hospitais capacitados para atender a demanda.
      Desta forma, é necessário buscar o esclarecimento para todos. Aplicando o assunto dentro de salas de aulas para que desde crianças já se tenha um conhecimento prévio sobre o assunto. Como também os órgãos competentes podem investir em campanhas procurando desmistificar ideias erronias.