Dilemas da doação de órgãos

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    O avanço da medicina nos últimos vinte anos proporcionou um aumento na doação de orgaos. Não obstante tenha havido esse crescimento, um problema evidenciou-se: o comércio ilegal de órgãos humanos. Esse reves ocorre em razao de dois fatores: o alto preco de orgaos no mercado negro e tambem devido à falta de conhecimento da populacao sobre o assunto. É fácil perceber esse reves ao averiguar-se os casos de trafico de orgaos, que precisam ser erradicados.
                Mormente, apenas pouco mais de 10% da população prefere doar seus órgãos ao morrer, segundo o ministério da saúde. À medida que isso ocorre, fica claro que os números de doadores de órgãos são escassos, ratificando um comercio ilegal de órgãos, pautado na inocuidade do Governo. Dessa forma, nota-se um processo, fruto de heranças governamentais, que se mostra agressivo. Por conseguinte, a doacao de orgaos necessita aumentar.
                Outrossim, não são raros os casos de venda de rins a países como Israel, que, ao contrário do Brasil, é um grande comprador de órgãos. Ademais, a carência de informacao sobre esse assunto por parte do povo brasileiro pode gerar desperdício de órgãos em bom estado de conservação, acarretando infortúnios como o comercio ilegal. Assim, o que deveria ser motivo de saúde, torna-se um mercado ilegal promissor. Consequentemente, é imprescindível que o povo doe mais orgaos.
                É imperativo que a Receita Federal aprove uma parcela maior dos impostos a saúde, de maneira a incentivar o comercio legal de orgaos. Paralelamente, a mídia poderia veicular propagandas conscientizando a populacao sobre os beneficios da doacao e venda legal de orgaos, por meio de investimentos oriundos do Ministerio da Saúde. Por fim, cabe as familias que incentivem seus familiares a doacao de  orgaos para que, em cinco anos, seja possível erradicar esse problema existente mesmo com os avancos da medicina moderna, pois, como diria Platão ''O importante nao é viver, o importante é viver bem''.