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    Doações que entregam esperança 
    
               Num país conhecido pela excelência de muitas de suas instituições dedicadas à doação de órgãos, é louvável a iniciativa do governo federal, de lançar a campanha “Família, quem você ama pode salvar vidas”em favor da doação de órgãos feita no dia Nacional do Doador de Órgãos de 2017. O objetivo é conscientizar a população da importância desse gesto, visando ao aumento do número de transplantes de órgãos e tecidos no Estado. 
             Quanto maior for a mobilização em favor desta causa, maiores serão as oportunidades de o Estado aproveitar a estrutura disponível para permitir que tantas pessoas, hoje na fila de espera, possam viver mais e com mais qualidade de vida. O Rio Grande do Sul se preparou com profissionalismo para enfrentar o desafio na área de transplantes. Além de dispor do que há de mais avançado em termos de tecnologia, dispõe também de especialistas reconhecidos e que trabalham com o máximo de dedicação à causa, cumprindo uma rotina que não tem dia nem horário fixos. De nada adianta todo o preparo e a abnegação, porém, se os especialistas não puderem dispor do essencial, que são as doações. As campanhas de conscientização são importantes acima de tudo pelo fato de ajudarem a chamar a atenção para esse aspecto.
                Por razões óbvias, doação é um ato envolto em emoções muito profundas, além de convicções de toda ordem, incluindo as de caráter religioso. Respeitadas as restrições, o desafio será sempre fazer com que, em meio à dor da perda, cada vez mais famílias se convençam da importância de tomarem essa iniciativa para salvar ou melhorar a qualidade de vida de pessoas que aguardam por um gesto salvador.
             É importante que o governo lance com mais frequência campanhas em prol das doações de órgãos , com informações de como doar órgãos e tecidos e como tornar-se doador, por meio de jornais impressos revistas televisão a internet cartazes , escola, entre outros.Isto com a finalidade de zerar ou pelo menos diminuir de forma substancial as filas de espera por órgãos