Dilemas da doação de órgãos

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    A doação de órgãos no Brasil é uma assunto desde uma polêmica á delicado. O país aumentou 15,7% de doadores no primeiro semestre de 2017, porém nem sempre bons resultados geram benefícios a todos. Sobre isto, vale ressaltar aspectos positivos  e negativos, se por um lado em um ranking mundial ocupa- se segundo lugar e o Sistema Único de Saúde seja afetivo financeiramente nos casos. Em outros, mais de 47 mil pessoas aguardam por uma doação, na qual está diretamente relacionado a escolha de ser um doador ou não pelas pessoas.
     No ranking de transplantes mundiais, apenas o Estados Unidos permanece a frente, mas esta colocação tem grande discrepância, uma vez que o número de brasileiros é grande, entretanto, a de doadores é baixa. Mesmo com estes resultados, é o maior sistema público no mundo, além disso, o Governo Federal demonstra qualidade nas áreas administrativas, pois financiou em 2015 cerca de 95% das ocorrências, o que é bom, pois o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, se não houve esse ajuda aos que precisam, seriam impossível muitos receberem transplantes.
     Historicamente, em 1997 a lei federal estabelecia que todos brasileiro eram doadores. Cabia, portanto, apenas a equipe médica decidir a possibilidade da doação, contudo, em 2011 houve uma reformulação, assim a família que iria determinar. Está situação deixas os indivíduos em uma situação difícil de se lidar, onde ocorre problemas éticos e conflitos entre os membro familiares. A maior dificuldade é a aceitação da morte encefálica, isto é, o cérebro não está mais em atividade, porém todo o corpo sim, inclusive o coração. A crenças religiosas afetam as doações em algumas situações, como a esperança de um milagre, o que pode gerar a perca do órgão pela demora. A falta de incentivo as todas as pessoas quando estão em vida é pequeno. Quando a cidadão decide que quer ser um doador, deixa claro a sua família, assim a probabilidade que ocorra uma doação é grande.
     Os obstáculos podem ser reduzidos, principalmente com incentivos desde palestras explicando as condições para que se possa ocorrer a doação, como também o resultados positivos que este ato gera. Em um era digital deve se utilizar as redes sociais a favor como um meio de divulgação de campanhas de conscientização. Além disso, o Estado deve manter a qualidade de seus profissionais essencialmente com os familiares do falecido, confortando- os da melhor forma possível,visto que, é  um ação de amor ao próximo, mas doloroso àqueles que decidem. É uma ação conjunta de todos, não depende apenas do Estado ou da sociedade, ambos deve trabalhar juntos, assim poderá ter uma melhora progressiva no país em relação ao bem mais importante, a vida.