Dilemas da doação de órgãos

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    De acordo com o filme ''Coração e Ama'', elucida a trajetória de um jovem que após ser declarada sua morte cerebral,inicia-se uma grande jornada para encaminhar seu coração para outra jovem.Alinhado a este contexto,está a realidade de muitos brasileiros na espera de transplantes para a sua sobrevivência.Porém, muitos fatores entrelaçados a saúde pública e a obtenção do conhecimento acerca desse assunto, barram a progressão dos órgãos doados, merecendo atenção à problemática.
          Sabe-se que a partir da terceira Revolução industrial, uniu as ciências e as produções decorrentes dos investimentos e avanços em muitas áreas tecnológicas. Ademais, na medicina não foi diferente, as indústrias passaram a acumular mais capital , o qual possibilitou o investimento nesse setor. Sendo assim, o veloz desenvolvimento desta ciência possibilitou a realização de muitos transplantes e doações de órgãos no Brasil, contudo, a despeito de falhas na expansão de instruções relacionada a isso, decorre da formação de um Tabu Social, em que os indivíduos não dialogam com seus familiares e acabam por construir mitos permeantes sobre a sociedade. Além disso,por ausências de investimentos nas regiões mais periféricas, transcorre para uma má distribuição de equipamentos e profissionais qualificados, o qual acaba por aumentar o amedrontamento a esses procedimentos.
          Por conseguinte, a progressão da carência informacional traz inúmeros prejuízos para a população inserida nesse meio. Assim como relata o sociólogo Max Weber, pelo qual todo ato de conduta do ser humano advém de alguma motivação externa dentro da rede social. Análogo a esse pressuposto, condiciona para a grande maioria não contribuir com sua parte, por faltar iniciativas e impulsos dos órgãos públicos e da própria sociedade, limitando a saúde e a qualidade de vida dos enfermos. A partir disso, mesmo com tais barreiras, é notório o crescimento de transplantes desde o ano de 2015, segundo o Ministério da Saúde, porém, ainda perpetua a construção de filas à espera de um compatível.Além disso, todos esses fatores coexistem aos problemas de cunho psicológico, como a depressão, já que, encontram-se sem esperança e mais distantes de conseguir aquilo pelo qual almeja.
          Portanto, medidas são necessárias pare resolver o impasse. Deve-se em primordial partir para as ações do Estado no Poder Executivo, em investir nos equipamentos e procedimentos cirúrgicos, para retirar esse medo da população. Agir também junto ao Ministério da Educação, nas instituições públicas e privadas a respeito da importância das doações e a indispensabilidade da sociedade civil na promoção de diálogos com a família sobre o respectivo assunto.Ademais, inserir os meios midiáticos na iniciativa de propagar campanhas a despeito da dimensão de todos os transplantes e da oportunidade de estar salvando vidas ; propiciando uma maior empatia e respeito para com eles.