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    A realidade infantil 
         O Brasil é um dos poucos países que possuem o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), lei criada em 13 de julho 1990, entretanto, não está funcionando como deveria, pois ainda existe muito trabalho infantil e pouca pratica dessa lei.
         O Governo brasileiro acaba não se posicionando como deveria para evitar que crianças trabalhem. Não possui condições estruturais e sócio-econômicas para ajudar os pais que não podem deixar seus filhos nas escolas. Porém, não apenas o Governo Federal está sendo ineficiente, mas a própria sociedade por não interferir no trabalho infantil.
         Sabemos que o Estado tem de cumprir o seu dever oferecendo o melhor ao povo brasileiro, mas a própria população não cobra para que coloquem em prática medidas cabíveis em relação aos direitos da criança e do adolescente, ignoram e omitem o trabalho infantil, achando que sua posição é ficar quieta e deixar o Governo agir.
          Estima-se que cerca de 4 milhões de menores trabalham no país, uma realidade muito dura como no caso do Nordeste, região carente e onde mais se encontra mão de obra infantil, onde grandes produtores utilizam a os menores como meios para reduzir os custos de produção visando uma mão-de-obra bem barata obtendo-se um meio mais abundante de lucro. 
         A sociedade e Governo devem ser mais conscientes, tornando a lei que protegem os menores uma realidade. Criar politicas publicas e até mesmo privadas, onde escolas e creches sejam de período integral, com verbas de todas as esferas e para que as escolas privadas possam garantir bolsas de excelentes qualidades para famílias carentes. Também deve-se haver punição para aqueles que empregam as crianças como forma de conscientização. O fato do trabalho ser uma alternativa para tirar os menores da rua, das drogas e da marginalidade, mas há alternativas incluindo projetos de cultura e lazer.