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    Necessidade, dignidade, ética. Entre os desafios que assolam a população brasileira, a desigualdade social e a falta de apoio estatal figuram como grandes agentes causadores da realidade do trabalho infantil no Brasil. Por conta desses impasses, o surgimento de uma sociedade íntegra ainda é uma realidade distante. Desse modo, é necessário traçar caminhos para o combate acerca da problemática. 
          Primordialmente, a desigualdade social é a principal causa da problemática. De acordo com a Organização das Nações Unidas, o Brasil é um dos 10 países mais desiguais do mundo. Essa situação traz como consequência um elevado índice de pobreza e miséria, sobretudo em zonas periféricas. Dessa maneira, muitas pessoas iniciam no mercado de trabalho precocemente, muitas vezes crianças em subempregos. Logo, é evidente que medidas são necessárias.
          Ademais, a falta de amparo estatal corrobora para o agravamento da problemática. Segundo a teoria Neomalthusiana, a sociedade cresce em um ritmo tão acelerado, que em alguns anos não haverá alimento para todos. Esse cenário é presente na atualidade, onde são altíssimos os índices de fome na população. Como maneira de escapar dessa realidade, crianças passam a trabalhar em situações precárias, a fim de contornar a situação.
          Diante do apresentado, é dever do Poder Público garantir alimentação à toda sociedade por meio da criação de políticas públicas que, criem métodos de fiscalização contra o trabalho infantil, além disso, destinem verbas para programas sociais como o bolsa alimentação onde toda a população de baixa renda ganhará um valor mensal para alimentar-se a fim de segregar esse mal da sociedade.