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    A utopia é possível 
        Do século XX à XXI no Brasil, legislações foram criadas, a fim de combater o trabalho infantil. Entretanto, na contemporaneidade tal impasse perpetua-se, seja pela expansão da fronteira agrícola, seja pelo crescimento dos trabalhos informais. Logo, há de se entender essa problemática, em prol de seu combate. 
        A priori, vale ressaltar o avanço do agronegócio no Brasil, como o responsável pela fomentação do trabalho infantil nas zonas rurais. Diante disso, torna-se vital entender que a mecanização do campo intensificou o êxodo rural nacional. Por conseguinte, àqueles que remanesceram nas zonas agrícolas, foram levados à práticas de miséria para ganhar a vida. Dessa forma, inúmeros moradores de zonas agricultáveis, passaram a trocar com os fazendeiros  mão de obra infantil, por baixíssimos salários e pequenas áreas de subsistência. Por assim, entende-se o porquê os campos brasileiros concentram 32% do trabalho de infantos , segundo dados do IBGE. Portanto, medidas com urgência devem ser tomadas, para minimizar tal problemática.
             Ademais, entender a psicanálise de Freud é crucial, pois a mesma defende que a personalidade e conduta do indivíduo é formada ainda quando criança. Nesse sentido, o combate de trabalhos informais que exponham jovens e crianças brasileiras é fundamental. Posto isso, torna-se alarmante à crescente de casos envolvendo infantos nas capitais do Brasil, onde estão diariamente vendendo balas e fazendo acrobacias em semáforos, por quaisquer tipos de remuneração. Nesse âmbito, é valido entender que menores de idade brasileiros são levados à práticas de trabalhos informais, por estarem à margem da sociedade, ou seja, não possuem os mesmos direitos civis e socias que os outros cidadãos. Sendo assim, necessitam a devida assistência de agentes externos.
           Infere-se, portanto, a adoção de medidas para erradicar o trabalho infantil na realidade brasileira. Dessa maneira, cabe ao governo Federal formar agentes capacitados, por meio de incentivos monetários, que estejam sujeitos a adentrar o interior do Brasil , em busca de jovens explorados pelos grandes proprietários de terra , a fim de erradicar a exploração infantil nas zonas rurais. Outrossim, cabe uma parceria entre a iniciativa privada e o governo do Estado, gerar zonas de educação, esporte e lazer perto de zonas marginalizadas, por meio de incentivos fiscais promovidos pelo governo vigente, juntamente com medidas assistencialistas às famílias desses infantos, a fim de extinguir o número de trabalhos informais envolvendo menores de idade nas capitais. Então, somente assim, tanger-se-á uma utopia, no fim da exploração da juventude brasileira.