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    A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), assegura a todo cidadão o direito à vida, à cidadania, ao bem-estar social e ao lazer. No entanto, o cenário visto pelo esporte e cidadania, no Brasil, impede que isso aconteça na prática, devido a extrema pobreza das grandes periferias e da educação do país, que não conscientiza o cidadão da importância do esporte para a integração comunitária e combate a criminalidade.
      Cabe, a princípio, diagnosticar uma das causas desse problema. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de que certos setores da sociedade melhorem, a exemplo dos projetos esportivos nas instituições escolares, com o intuito de afastar os jovens do mundo do crime e garantir os direitos internacionais de ascensão social.
      Ademais, é indiscutível que o ensino escolar seria uma ferramenta de intervenção positiva sobre esse transtorno. Entretanto, ainda faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que essa conduta seja alterada. Nesse contexto, conforme o pensamento de Nelson Mandela, de que apenas a educação é capaz de mudar o mundo, encontra-se deturpado no país, à medida que os investimentos destinados para as escolas são insuficientes e , ao mesmo tempo, insignificantes para incluírem matérias relacionadas aos desastres sociais.  
       Diante dos fatos supracitados, portanto, faz-se necessário que o governo em parceria com o Instituto do Esporte e Cidadania financie projetos educacionais relacionados a interação social, por meio de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas em jornais e debates sociais. Além disso, as escolas deverão incentivar os alunos a participarem dos projetos esportivos, pois a falta de lazer e de atividade esportiva aumenta o índice de violência nas grandes periferias, segundo as pesquisas realizadas no jornal Veja.