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    A exploração associada à degradação
          Quando os primeiros portugueses chegaram ao Brasil, foi imposta a exploração dos recursos presentes na natureza colonial para enriquecer a metrópole lusitana. De maneira análoga, hodiernamente, tal prática ainda é exercida e intensificada pela flexibilização e fragilidade das leis ambientais atuais, que corrobora na degradação do meio ambiente. Diante dessa perspectiva, é possível destacar a falta de proteção à natureza, além da ameaça de extinção de animais e plantas. 
          Nesse contexto, de acordo com o Artigo 225, da Constituição Federal de 1988, é um dever do Estado brasileiro a proteção e a defesa do meio ambiente, além da garantia da manutenção do equilíbrio ecológico do mesmo. Dessa forma, a função do governo deveria ser a preservação do seu meio ambiente, com adoção de práticas sustentáveis, porém tal fato não é observado no país, uma vez que a flexibilização das leis ambientais precariza a fiscalização nas regiões exploradas e prejudica o cenário ambiental nacional. Por conseguinte, as atuais medidas tomadas pelo Governo acarreta o descumprimento da Constituição, além de disseminar práticas anti-ambientalistas. 
          Além disso, segundo levantamento divulgado, em 2014, pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), mais de mil espécies da fauna e dois mil da flora estavam em risco de extinção no país. Desse modo, observa-se o risco trazido pelo desmatamento e pela exploração dos recursos nacionais, que é propiciado pela falta de preocupação de empresas e do próprio Governo na recomposição natural dos elementos retirados do meio. Logo, a falta de medidas protetivas de espécies de animais e plantas acaba pondo em risco a manutenção desses seres na vida natural do país. 
          Destarte, medidas públicas são necessárias para evitar a destruição do meio ambiente brasileiro. Portanto, cabe ao Ministério do Meio do Meio Ambiente a adoção de medidas que busquem a preservação do ambiente natural brasileiro, por meio de politicas que imponham o reflorestamento de áreas de exploração, para que assim haja sempre a reposição dos recursos naturais. Ademais, compete ao Ibama a implementação de medidas que protejam os seres presentes em habitats explorados pelo homem, por intermédio de multas a empresas que desrespeitam as imposições pré-definidas, no intuito de resguardar essas espécies nativas. A partir dessas medidas, será possível findar à prática  de exploração exacerbada presente no Brasil desde seu período colonial.