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    O Brasil teve a oportunidade de sediar duas conferências mundiais sobre o meio ambiente. Em 1992, a confederação da ONU (Organização das Nações Unidas), conhecida como, Eco-92 reuniu no Rio de Janeiro chefes de estado e teve como propósito debater os problemas ambientais enfrentados pelo mundo. E, após um período de 20 anos, novamente o país é palco da conferência da ONU, agora sobre desenvolvimento sustentável, tendo o nome de Rio+20 e como principal objetivo a renovação do compromisso político com o meio ambiente. Entretanto, apesar de ter recebido esses dois eventos, o Brasil, ainda não apresenta uma responsabilidade ambiental adequada, tanto por parte do governo quanto da sociedade, causando, deste modo, malefícios irreversíveis para os recursos naturais existentes no país. 
           Nesse quesito, a flexibilidade das leis ambientais que deveriam garantir a proteção do meio ambiente, da margem para que atos que geram consequências extremas para a natureza sejam praticados com frequência. Como o desmatamento na Floresta Amazônica, que aumentou 20% entre agosto de 2018 e abril de 2019, segundo manchete divulgado pelo jornal O Globo. Por conseguinte, as depredações da vegetação da Amazônia podem levar à extinção de espécies, causando, dessa forma, um desequilíbrio no abrangente ecossistema existente na floresta. 
              O filosofo alemão William James citou: o ser humano pode alterar a sua vida mudando sua atitude mental. E de fato, indivíduos mais conscientes da importância do meio ambiente para a sobrevivência ajudariam a corroborar de forma efetiva junto ao governo para evitar tragédias ambientais, como a perda de ecossistemas. Porém, para se desenvolver uma sociedade mais consciente e adepta a proteger e preservar os recursos ambientais para o presente, assim como, para as gerações futuras, urgem medidas que devem ser tomadas.
           Diante destas questões, cabe às escolas, por meio de projetos, palestras e feiras de ciências preconizar a importância da preservação do meio ambiente para o presente e futuro da nação. Visando, assim, desde as séries iniciais até as finais conscientizá-los a cuidar e preservar a natureza do Brasil, para que, mais adiante os estudantes, futuros cidadãos emergentes da cidadania, possam com sua voz ativa cobrar do governo mais dureza nas leis que punem atos ilegais contra o meio ambiente. Em adição, é de suma relevância, que o Ministério do Meio Ambiente, juntamente com os deputados parlamentares investiguem e punam flexibilizações na lei ambiental brasileira.