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    29 de julho de 2019, dia do esgotamento dos recursos renováveis do ano, o mais cedo desde os anos 80. 18 meses para a irreversibilidade do aquecimento global. Em um planeta com uma pauta ecológica em destaque crescente, vê-se países como o Brasil na contramão de tal reflexão, flexibilizando suas leis ambientais, (na gerência de um governo que preza o lucro de grandes empresários em detrimento a preservação ambiental ou o ecoturismo, por exemplo. Teme-se agora quais serão os impactos de tais flexibilizações.
      Primordialmente tratando-se sobre os impactos ambientais da flexibilização de leis brasileiras, há como exemplo a liberação de, em média, 200 novos agrotóxicos para a agricultura e a transferência do controle da FUNAI, mudanças que, associadas ao crescente desmatamento da Amazônia - 11 quilômetros quadrados desmatados no ano de 2018, segundo a Amazônia Legal - demonstram a falta de compromisso com a questão ambiental e levam a população a imaginar os impactos na alimentação do povo, na conservação da memória nacional e da biodiversidade brasileira.
        Tratando-se sobre os impactos sociais da flexibilização das leis ambientais, pode-se citar a inexistência de processos que incentivem o cidadão a preservar o meio ambiente e diminuir sua produção de resíduos, assim como a baixa expressividade do chamado ecoturismo no território brasileiro, apesar do mesmo ter grandes áreas e destinos que poderiam ser utilizados para tais atividades. Dessa forma verifica-se uma estagnação social em áreas ribeirinhas ou áreas nas quais há economia de extração, estagnação que poderia ser evitada ou diminuída pelo emprego da população no ecoturismo.
        Sendo assim, verifica-se os impactos negativos gerados pela flexibilização das leis ambientais brasileiras, causados pela política atual e a falta de ações positivas pra preservação ambiental, como o ecoturismo. Torna-se necessário portanto, para mitigar tal problemática, que o governo federal em apoio a secretaria do turismo facilite o ecoturismo, através de isenções fiscais para agencias de turismo  que oferecerem descontos para pacotes ecoturisticos, incentivando assim maior preservação na região turística, maior movimento econômico para empresas e maior qualidade de vida para a população brasileira.