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    Hodiernamente, o Brasil passa por mais uma agressão econômica direta a nossa sociedade que é a ambiência. O projeto da flexibilização das leis ambientais acarreta uma série de impasses negativos ecológicos e socioeconômico. Diante disso, medidas são necessárias para combater tais imbróglios.   
      Em janeiro de 2019 houve o rompimento da barragens de minérios de Brumadinho que obteve como como consequências: 248 mortos e 93 desaparecidas, desastres ambientais e humanitários, o que foi uma calamidade pública. O MMA (Ministério do Meio Ambiente) já vem sofrendo com cortes de recursos e investimentos, e o problema de flexibilizar as leis do meio ambiente é o aparecimento de acidentes ambientais como o de Brumadinho.
      Outrossim a degradação ecossistêmica também trás a desolação socioeconômica, pois a cadeia produtiva que depende da preservação do meio ambiente que mais é afetada é a classe média baixa, onde é incontestável que que são os mais atingidos pelas alterações climáticas, degradação do solo e a falta de água potável. 
       Mediante a isto, o governo deve criar uma bancada ambientalista com o MMA para prestar consultoria para o legislativo com o objetivo de mediar a flexibilização das leis ambientais, e rever as punições sobre qualquer crime ambiental para que sejam mais rigorosas e crimes com sentenças sejam inafiançáveis, para que enfim nossa natureza brasileira seja protegida.