Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

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    Desde a pioneira conferência ambiental realizada em Estocolmo no ano de 1972 existe a importante reflexão sobre os impactos humanos no planeta. Apesar de estar comprovado os efeitos que existem contra o meio ambiente e da escassez dos recursos naturais, coloca-se a economia como prioridade, menosprezando as consequências futuras. Entretanto, é possível seguir um modelo de desenvolvimento sustentável, sem deixar a economia de lado.
          Na primeira e segunda revolução industrial, foram usadas de forma deliberada carvão e petróleo, respectivamente, e são usados em larga escala até hoje. É inegável que problemas ambientais ligados aos combustíveis fosseis existam, como o aquecimento global, porém o governo precisa que a industria vá bem, e para isto, protege o uso de recursos naturais pelo fato de existir toda uma cadeia industrial adaptada há anos.
    
          Entretanto, este estimulo a fontes não renováveis tem tempo de validade, alem de ser maléfica para a terra. Em questão de energias limpas, o Brasil é um exemplo, porém não deveria ceder áreas para o desmatamento como ocorre. É inevitável que ocorra uma pressão por parte da bancada ruralista para isto, mas é uma decisão irreversível que pode afetar o globo e as relações internacionais, de países que apoiam a preservação da amazônia. Dito isto, o método sustentável, não é esgotável e garante melhores resultados a longo prazo.
    
          Em síntese, qualquer país quer o sucesso econômico, contudo é preciso pensar de forma ecologica, garantido a estabilidade no futuro. Sem dúvidas conferencias ambientais internacionais devem ser levadas mais a sério, dando mais epaço para o Ministério do Meio Ambiente (MMA)  para que não recue defronte os ruralistas que querem desenvolvimento a qualquer custo. Desta forma, com o MMA forte, leis ambientais não serão fragilizadas, garantindo a preservação global e uma economia sustentavel