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    Declaração Universal dos Direitos Humanos, Promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), assegura a todo cidadão o direito à vida, ao bem-estar físico, psíquico, social e ambiental. No entanto o cenário visto pelos impactos da flexibilização das leis ambientais, no Brasil, impede que isso aconteça na prática, devido aos vários obstáculos para implementar uma política ambiental e, também, da educação do país que não conscientiza o cidadão da consequências desse problema existente.
       Cabe, a princípio, diagnosticar uma das causas dessa problemática. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o cotexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se que certos setores da sociedade melhorem, a exemplo das políticas ambientais, para que haja uma flexibilização com as leis que protegem as reservas legais, com intuito de melhorar o desenvolvimento sustentável. 
       Ademais, é indiscutível que o ensino escolar poderia ser uma ferramenta interventiva de caráter positivo sobre esse transtorno. Entretanto, ainda faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que essa conduta seja alterada. Nesse contexto, conforme o pensamento de Nelson Mandela, de que apenas a educação é capaz de mudar o mundo, encontra-se deturpado no país, à medida que os investimentos destinados para o ensino médio e fundamental são insuficientes, e ao mesmo tempo não são direcionados ao combate de desastre sociais.
       Diante do fatos supracitados, portanto, faz-se necessário que o governo em parceria com a Cúpula do Ministério do Meio Ambiente financie projetos educacionais relacionados aos impactos da flexibilização da leis ambientais, por meio de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas jornalísticas e debates sociais. Além disso, os órgãos ambientais federais deverão promover uma fiscalização consistente nas áreas florestais brasileiras. Assim, o objetivo é garantir as reservas naturais, combater o contrabando e os crimes ambientais.