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    Desertificação. Desrespeito. Crime ambiental. Desmatamento. Biodiversidade. Essas são algumas constantes que permeiam a discussão sobre as consequências da transposição do rio São Francisco. Assim, mesmo com todo o desenvolvimento social e tecnológico presente, não é possível translocar um rio de seu curso natural sem trazer consigo efeitos negativos gigantescos e  irreversíveis. Nesse sentido percebem-se dois pontos nessa problemática, os impactos ambientais e a corrupção Governamental. 
       Nesse contexto é importante salientar que, pela quantidade mastodôntica de danos que causará ao rio e a ecologia local, essa transposição não deveria ser nem cogitada. Segundo a revista Veja, além de, desde a planta, o projeto não ser bom, o rio está sendo fortemente agredido por diversos pontos de vazamentos presentes em sua extensão. Torna-se claro, à vista disso, que além da transposição não ajudar tanto os cidadãos em curto prazo, em longo prazo vai trazer um transtorno gigantesco para seu percurso natural e artificial.
      Ademais, outro grande fomentador dessa problemática é o desvirtuamento governamental que está transformando as obras da translocação em artifícios para o desvio de dinheiro público. De fato, como disse o ex-presidente Fernando Henrique: ''Em obras administradas decentemente a corrupção nunca está presente''. Com isso, fica evidente que o rio São Francisco está servindo como ponto de saqueamento.
    
      Fica evidente, portanto, que a translocação do velho chico é um crime ambiental e social para toda diversidade ecológica e para os cidadãos dessa extensa região. Nesse sentido, faz-se necessário que o Governo, por meio do Ministério do Meio Ambiente, salve esse riquíssimo rio e anule completamente esse achincalhante projeto de aniquilamento, para que o São Francisco seja preservado enquanto é tempo. Além disso, é preciso que a mídia averigue e denuncia quaisquer casos de corrupção nessa obra. Só assim, o diverso ecossistema da região será preservado.