Impactos da transposição no Rio São Francisco

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    O Brasil, no segundo reinado, governado por Dom Pedro II, já estabelecia projetos, como por exemplo os que consistiam na transposição de rios, a fim de melhorar o deslocamento de pessoas e mercadorias. Diante das propostas já estabelecidas por Dom Pedro II,hoje, o governo brasileiro tenta aprimorar e por em prática a transposição do Rio São Francisco. Diante desse fato, é preciso analisar quais serão seus pontos positivos e negativos, para que não degrade a sustentabilidade do rio e a qualidade da água.
      Em uma primeira análise, percebe-se que uma questão negativa dessa mudança do trajeto do rio são os impactos ambientais: como a destruição do ecossistema, o desmatamento e a possível extinção da fauna e flora dos lugares desmatados. Além disso, constata-se que a saúde da população possa estar em perigo quanto a "chegada" do rio. Pois, espécies de animais, não nativos da região semiárida, podem invadir as comunidades, como aranhas. Bem como, a poluição das águas pelas indústrias e pela população e a consequente perda da mata ciliar.
      Em uma segunda análise, nota-se que as questões positivas também são relevantes para a população do Nordeste: como o aumento da água disponível e a geração de empregos e renda para várias pessoas durante a obra. Porém, percebe-se que os pontos positivos são inferiores em relação ao pontos negativos. Com isso, esse projeto pode não ser bem sucedido em razão dos danos ambientais que ele pode causar no futuro.
       Diante dos fatos expostos, para não haver impactos ambientais e tão somente a posse dos territórios próximos ao rio apenas por parte das pessoas mais ricas, medidas devem ser tomadas. Logo, o projeto em questão deve ser analisado por parte de órgãos ambientais, como o IBAMA, para deferir quais são as medidas cabíveis para a execução da obra sem possíveis danos ao meio ambiente. Como também, o governo deveria destinar os territórios desapropriados à agricultura familiar por meio da reforma agrária, para que tais terras não fiquem para os velhos coronéis do sertão. Portanto, só assim a obra poderá continuar sem riscos para o meio ambiente e para a população nordestina.