Impactos da transposição no Rio São Francisco

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    Muito se tem discutido, recentemente, acerca dos pós e contras sobre as obras da transposição do Rio São Francisco. Ao observar o demasiado número de impactos ambientais trazidos pela mesma, se tornam necessárias medidas que visem solucionar a problemática.
    Primeiramente, é importante analisar com qual objetivo este projeto foi idealizado. Tendo tido início em 2007, a transferência das águas do Velho Chico para as regiões nordestinas afetadas com a grande seca, aos olhos do Governo vigente, pareceu ser a melhor alternativa para melhorar a vida de milhões de cidadãos.
    Porém, a quantidade de problemas gerados a partir da construção dos canais, leva uma grande parcela da população a não concordar com o andamento do projeto. O desmatamento causado devido a ocupação das obras, a perda de animais nativos, a colaboração para possíveis processos erosivos, fora o argumento de que as águas só beneficiaram grandes latifundiários, são questões que necessitam averiguamento e solução.
    Convém, portanto, que através da análise dos fatores anteriormente mencionados, o Governo busque, além da transposição já encaminhada, outras alternativas para cessar a sede do povo nordestino. Logo, faz-se necessário a elaboração de um projeto que atinja, diretamente, a população mais carente e afastada das passagens das águas; como a construção de poços artesianos, aproveitando, dessa forma, a água existente nos lençóis freáticos. Só assim, tornar-se-á solucionado este grave problema social.