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    Aceitar para não odiar
    As notícias de violência contra o outro e descriminação vem crescendo, aliás o Brasil é o 5º país com maior violência contra a mulher, um dos países onde é mais praticada a agressão contra negros. Mas por que em um país na qual a maior parte dos cidadãos são declarados negros ou pardos, esses mesmos são os mais mortos diariamente? Da mesma maneira as mulheres, que são mais da metade da população e ainda assim mais agredidas.
      O fato é que o desprezo e a intolerância contra os grupos que se encontram numa desvantagem social, ou diferentes da sociedade como um todo, é diminuído e posto numa situação constrangedora quando com palavras, e dolorosa quando o ódio é manifestado fisicamente. Para isso as minorias tentam se tornar mais visíveis, por meio de passeatas, quebrando os padrões por meio das mídias e trazendo esse assunto a tona.
        A alguns anos atrás essa descriminação era mais vista, aliás as minorias não tinham ainda um certo posicionamento, e esse ódio dos antepassados serviram de exemplo para as pessoas que levam isso hoje como algo normal em sua rotina concretizando que as pessoas diferentes estão erradas e por isso devem ser submissas à ideologia ¨correta¨. Hoje com uma maior voz ativa que os mínimos grupos conquistaram, se buscarmos em nossas redes sociais algum tipo de página que os defende acharemos  diversas motivações e histórias de superação.
       É dever da sociedade aceitar esses grupos dando a eles liberdade em nosso meio, tirando a vulnerabilidade que eles sentem para que diminua o preconceito e a hostilidade. Para isso o compartilhamento de idéias de inclusão é sempre bem-vindo e temos uma ótima ferramenta as redes sociais que tem sido a melhor forma de se comunicar com o mundo. Usar esse meio à favor do bem estar social trará um futuro com mais tranquilidade e equilíbrio.