Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à inclusão social de qualquer povo na sociedade e ao bem estar social. Conquanto, a incidência de rejeição dessa minoria impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
      É indubitável que a constituição brasileira de 1988 que garante o direito de minorias e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizado de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o discurso de ódio vem aumentado. De acordo com o portal globo, cerca de 84% das menções sobre temas como racismo, politica e homofobia são negativas.
      Faz-se mister, ainda, salientar os dois tipo de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mas sutil, que se esconde nas redes sociais através das redes sociais com comentários despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pela vítimas. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a características da ''modernidade líquida" vivida no século XXI.
      Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. O governo com participação de ONGS deve fiscalizar, conscientizar e aplicar leis mais rígidas para aquele desrespeitar a lei do Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.