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    A Constituição de 1988, promulgada após o fim da Ditadura Militar garante a igualdade dos indivíduos perante a lei e a proteção legal contra a discriminação.Entretanto, acaba ficando apenas no papel, já que a intolerância e o discurso de ódio permanecem, sendo perceptíveis quando tratamos dos negros e homossexuais. 
    
     Com a expansão marítima europeia os portugueses tiveram que escravizar para conseguir ter mão de obra barata e assim exploraram por muito tempo os indígenas, que por sua vez após a proibição da Igreja Católica tiveram que optar exclusivamente a cativar os negros trazidos da África. Estes eram usados como objetos, tratados sem nenhuma empatia.Começa assim, uma história cruel que traz marcas até os dias atuais sendo vistos como minorias por muitos que se acham superiores e acabam praticando o racismo juntamente com a manifestação do ódio, e claro a intolerância em aceitar a igualdade óbvia de raças seja em qualquer âmbito social. 
     Os homossexuais também são alvos de grande parcela ignorante da sociedade que condenam os mesmos baseados em suas bases teóricas religiosas e a incompatibilidade de aceitar as diferenças, incorporam muitas vezes este fanatismo desde cedo no cardápio de seus filhos disseminando ainda mais a aversão a outra vida. Casos como agressões a casais gays são extremamente rotineiros e não apresentam qualquer motivo a não ser a antipatia.
     Entende-se, portanto que a continuidade da intolerância e os discursos que fomentam o ódio é fruto da ainda permanência do preconceito. Afim de atenuar o problema, é necessário que as escolas desde muito cedo trabalhem com seus alunos sobre a empatia com o próximo e também instruam a lidar com o preconceito. O Governo Federal deve aplicar campanhas de abrangência nacional junto ás emissoras abertas de televisão como forma de estímulo á consciência de igualdade.
     Assim, gradativamente podemos garantir um país justo para todos.