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    No século XX,  Martin Luther King lutou pelos direitos sociais dos negros, tendo grande notoriedade com seu discurso "I have a dream". Apesar de sua luta, e de muitas outras, diversas minorias ainda são vítimas de intolerância e discursos de ódio. Nesse contexto, deve-se analisar dois pontos distintos: A forma como os Estados lidam com diferentes grupos e o modo como a mídia utiliza tais congregações para benefício próprio.
       Em primeira análise, o Estado tem como função garantir que todos os cidadãos tenham os mesmos direitos e condições sociais. Todavia, houve algumas ocasiões em que governos foram falhos com esse objetivo, como, por exemplo, os Estados Unidos, que por muitos anos possuíram diferentes legislações para brancos e negros. Com isso, a instituição que deveria garantir a equidade, acaba por construir motivos para a disseminação de discursos de ódio.
      Além disso, a mídia utiliza-se de pessoas que integram grupos minoritários para ganhar mais notoriedade e atrair públicos. De acordo com Fernando Holiday, vereador da cidade de São Paulo, diversos meios de comunicação, como emissoras de televisão, utilizam indivíduos que compõe alguma parte da sociedade menos favorecidas, expondo-os apenas para ter maior visualização, e não para ajudá-los. Portanto, tais pessoas acabam por servir de massa de manobra para interesses de grandes corporações midiáticas, que atingem cada vez mais lucros à custa de minorias desfavorecidas.
      Em síntese, a intolerância e o ódio, pode ser difundido pelo estado, e aproveitado pela mídia, impedindo o fim de tais óbices. Nessas condições, deve-se tomar medidas para amenizar tal problemática. Primeiramente, a ONU, juntamente do auxílio de ONGs, deve tentar diminuir os casos de preconceito, com campanhas de conscientização, publicando gratuitamente documentários que mostrem os malefícios psicológicos que tais práticas tem a capacidade de causar, com tal medida, nosso mundo poderá ser mais igualitário e com menos discriminações.