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    Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se interessa pelo problema do outro. No entanto, ao analisar a intolerância e o discurso de ódio no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constado na teoria e não na prática, e a problemática persiste intrisecamente ligada a realidade do país, influenciada pelo desconhecimento da diversidade e direitos brasileiros como a reação aos avanços socias.
        Na constituição elaborada em 1988 o artigo 5 afirma que " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza", sendo complementado pelo conceito de isonomia, no qual fundamenta toda a legislação que protege as minorias. Ao trazer para a realidade atual o desconhecimento dos direitos e das diversidades brasileiras geram o preconeceito somado com o discurso de ódio. Com isso, a impunidade do agressor em desrespeitar os direitos assegurados ocorre pela falta de conhecimento da denúncia.
       Obeserva-se que algumas pessoas não conseguem acompanhar ao avanço social, e por isso, se prendem ao conservadorimo numa ilusão de tabus em relação a maior liberdade das minorias. 
    É evidente, portanto, que o Governo Estadual junto com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos realizem campanhas com palestras informativas sobre os direitos brasileiros, valorização da diversidade brasileira, assim como incentivos a denúncia ( através do disque 100) em escolas desde o ensino fundamental ao ensino médio, por meio de psicólogos escolar, para que assim o tecido social seja livres de certos tabus, ficando livre sejam pessoas livres da correntes preconceituosas, como é abordado no mito da caverna de Platão.