Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Após a segunda guerra mundial, qualquer forma de intolerância política,racial ou de opção sexual fere a declaração universal dos direitos humanos, criada em 1948 pelas nações unidas (ONU). Contudo, quase sempre tal declaração é desrespeitada, no Brasil, grande parte das minorias- grupos que possuem desvantagem social- sofrem algum tipo de discurso de ódio. Com isso, será necessário debater os aspectos que desenvolveram e intensificaram esse fato. 
        Em primeiro lugar, é preciso analisar o contexto histórico do Brasil colônia, no qual, negros e uma pequena parcela de índios foram escravizados por séculos, e mesmo após abolição da escravidão essas minorias buscam formas de se integrar na sociedade, visto que, o Brasil mesmo sendo  altamente diversificado culturalmente, ainda é um país discriminante que traz na sua história raízes preconceituosas.
          Em segundo lugar, é importante salientar que grande parte desses discursos de ódio,atualmente, tem se disseminado através das redes sociais. Pois, por conta do pretenso anonimato e conforto por trás da tela do computador o número de casos de intolerância foram ampliados. De acordo com os dados ONGS safernte, apenas entre os anos de 2010 a 2013, aumentou em 200% o número de denúncias contra páginas que compartilharam conteúdos discriminatórios contra as minorias em geral.
        Nesse cenário, é notável como essa parcela - minoritária- da população já sofreu e ainda vem sofrendo com a intolerância. Com isso será necessário enaltecer as instituições sociais de base para a formação do indivíduo que são as escolas e a família, que em conjunto poderão mostrar aos jovens que é preciso respeitar as diferenças do outro ser humano.Será preciso também, o governo analisar o conteúdo das redes sociais e tornar crime toda forma de intolerância e discurso de ódio praticada no meio virtual, e  assim diminuir o número de denúncias contra conteúdos discriminatórios.