Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    As minorias são por definição grupos marginalizados dentro de uma sociedade devido aos aspectos econômicos, sociais, culturais, físicos ou religiosos. Tal revés existe em contrapartida ao artigo 5º da constituição brasileira, cuja definição estabelece que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Isto porto, existe um discurso de intolerância e ódio contra as minorias, ocasionado não apenas pela ignorância da população, mas também pela ineficiência governamental.
      Em primeira instância, é indubitável que  a intolerância contra grupos específicos é muito constante, uma vez que a população em geral apresenta uma lacuna no que diz respeito ao conhecimento acerca da numerosa existência de minorias e dos seus direitos. De forma que, regem discursos contra estas parcelas populacionais carentes de zelo em todos os âmbitos, tal como os negros, homossexuais. índios, imigrantes e mulheres, pois acreditam por diversas razões, como a ideia de superioridade diante deles, que estes não são dignos de igualdade e respeito. Por conseguinte, estas minorias, que se somadas apresentam a maior parte da população, sofrem com a escassez de direitos, exclusões sociais, humilhações e quebra de dignidade. Sob esse viés, com base nas ideias do sociólogo francês Pierre Bourdieu, ainda há a definição de uma violência simbólica que ocorre com frequência, esta se define como uma opressão moral e psicológica sofrida por um indivíduo ou grupo social.
      Ademais, outra problemática que se sucede é o descaso do governo. De modo que, embora exista uma legislação específica, designada para atender as necessidade das minorias, seus direitos são frequentemente violados. Por consequência, ainda obtém-se a impunidade do atuantes nas violações dos direitos básicos destes grupos. Além de que, ainda na esfera política, a representatividade destes indivíduos nos parlamentos são extremamente escassas, logo, além dos direitos básicos violados, tais grupos não obtém crescimento na luta pela igualdade, haja vista que nem as políticas públicas notam-os. À vista disso, consoante ao site G1, apesar da existência de uma lei, a proporção de mulheres não tem aumentado nas eleições, concernindo à justiça  notificar o cumprimento da cota mínima.  
      É preciso refletir, portanto, sobre os discursos de ódio e intolerância sofridos pelas minorias, uma vez que medidas são imprescindíveis. Destarte, cabe ao Ministério da Educação dar ênfase na diversidade  social e cultural do Brasil, por meio da educação, desde os seus primórdios até os dias hodiernos, a fim de buscar a compreensão e tolerância a começar na infância. Outrossim, cabe às ONG'S incentivar a participação dos grupos minoritários na politica, em busca de adquirir a maior representatividade deles. Além do mais, concerne ao poder Executivo, efetivar as devidas punições contra atos preconceituosos, com o intuito de adquirir um pleno desenvolvimento social, além da igualdade proposta por Karl Marx.