Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    "Todos são iguais perante a lei,sem distinção de qualquer natureza,.." é o que está explicíto no artigo 5º da Constituição Federal promulgada em 1988. Entretanto,sabe-se que há preconceitos diversos contra minorias e,junto deles,os discursos de ódio. A crescente intolerância contra homossexuais,negros e indivíduos de determinada religião deve-se a uma sociedade,em parte,revoltada em conflitos políticos e mal resolvidas entre si.
       Assim como houve grande repugnância a judeus,em uma Alemanha fragmentada pós-Primeira Guerra e,logo,a ascensão dos nazistas,os brasileiros vivem momentos um tanto quão parecido: insatisfação política e aumento de criminalidade faz com que nossos conterrâneos tomem atitudes pouco coerentes,como,por exemplo,a marginalização de um negro na favela. 
       De acordo com Sigmund Freud,neurologista criador da psicanálise,as pessoas que o cercam são um fator relevante em sua formação social. Se há indivíduos que se cercam de pessoas de má índole,isto fará com que ele,diante de seus problemas,tente culpar e discriminar pessoas pouco privilegiadas. Em uma de suas músicas,Chico Buarque diz "a raiva é filha do medo e mãe da covardia",portanto,conclui-se que,a raiva a outrém é um sentimento maléfico a si próprio.
         Logo,a intolerância e discriminação contra outras pessoas,devido a classes e culturas diferentes,é uma grave doença psicológica e deve ser tratada. Em consequência disso,o Ministério da Justiça,em sintonia com o Congresso Nacional,deve aprimorar as leis que criminalizam esses crimes e coloca-las em prática,contra qualquer discurso de ódio presente em uma situação.