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    Pode parecer que intolerância e discursos de ódio são recentes. Todavia,toda história da  humanidade é marcada por tais características,como o Nazismo no século XX. Em pleno século XXI, com tamanhas inovações tecnológicas ainda é encontrada tais traços antiquados marcantes na sociedade. Entre as causas desse comportamento antiquado se encontra a falta de empatia que, consequentemente,gera novas gerações de intolerantes.
          O ser humano é um ser egoísta,já afirmava Arthur Shopenhauer, filósofo do século XIX. Ao ser egoísta, a necessidade do outro não interessa. O não se interessar,não buscar o motivo de tal causa, especialmente das minorias,gera ignorância. E assim, se inicia um ciclo vicioso. A ignorância, que em seguida gera ódio que é disseminado sem moderação.
          O filósofo Jhon Locke dizia que o homem nasce como uma "folha em branco" que com o passar dos anos é "escrita", o que comprova que uma criança,por exemplo, não possui tais atitudes negativas. Porém, a aversão contra as minorias já está tão enraizada que, às vezes, sem perceber é gerada uma nova geração de intolerantes perpetuando assim este mal na sociedade. 
           Os problemas citados sempre estiveram presentes na sociedade de forma nada velada. Portanto, convém ao Ministério da Educação, por meio de palestras para todos os públicos com o objetivo  de esclarecer minuciosamente sobre cada minoria, para que não haja pontas soltas para gerar mais intolerância. A educação tem um papel crucial para extinguir esse problema da sociedade; só ela pode mudar o mundo.