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    No limiar do século XXI, a intolerância e o discurso de ódio são temas pertinentes inseridos na realidade da população brasileira. A escassez de informações e o despreparo da segurança para a população contribuem para que essa discriminação aumente progressivamente. 
      Como dizia o ativista político Martin Luther King - "A violência cria mais problemas sociais do que resolve". Ou seja, a falta de informações e conhecimentos dados a população em relação a uma raça, religião, orientação sexual, gênero, interferem negativamente no comportamento de indivíduos, que ao contrário de resolver problemas geram outros, como a falta de empatia e o respeito pelo próximo. 
      Um levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, aponta que as delegacias registraram, em média, um crime de intolerância a cada 69 minutos em 2016, foram ao menos 7,587 mil crimes de ódio, onde 42,4% eram intolerância racial, seguido por homofobia 15,5%. Pode-se observar que grupos de pessoas sofrem diariamente agressões por não serem aceitos dentro da sociedade por indivíduos intransigentes.
      Convém ressaltar, a princípio, que a Constituição Federal de 1988 concede direito assegurado de expressão de ideias e convicções, desde que não ferindo o direito legítimo de terceiros. Porém, não oferecem a esses segurança e proteção necessárias para usufruírem sua liberdade e serem aceitos dentro de uma sociedade igualitária.  
      Infere-se, portanto, que a intolerância e o discurso de ódio torna-se um mau na sociedade brasileira. Dessa forma, cabe ao Governo Federal melhorar as leis já existentes com o intuito de proteção aos indivíduos por meio de policiais civis e delegacias capacitadas a esses tipos de agressões. Ademais, faz-se necessária pelo Governo Estadual, implementações de palestras em escolas para que crianças e jovens sejam informados e cresçam sabendo respeitar e ter empatia ao próximo. Só assim, poder-se-á haver um futuro mais igualitário.