Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    A história consegue mostrar o quanto o ser humano pode ser cruel e capaz de cometer atrocidades por dividir a sociedade. Por isso, a luta contra discursos de ódio e a intolerância diante minorias deve ser uma causa humanitária.
               A humanidade já passou pelo episódio "Noite de São Bartolomeu na França, onde milhares de huguenotes morreram por serem contrários a religião dita oficial, o nazismo matou milhões nos campos de concentração e entre outros. Todos esses casos têm em comum a intolerância e o ódio.
               Mesmo com tantos sinais das catástrofes que o ser humano é capaz de fazer, não é difícil encontrar pessoas lutando contra causas de minorias. Além disso, no Brasil, há político que conseguiram se eleger por uma posição anti-minorias. A quebra de uma placa com nome da vereadora Marielle Franco, mulher, negra, lésbica e assassinada, aconteceu em um ato público, por exemplo.
                O que acontece é que alguns de classes dominantes se incomodam quando uma minoria aparece na TV, torna-se CEO de uma grande empresa de tecnologia ou entra para a carreira política, por exemplo. Sempre quando aparece um beijo gay nas novelas brasileiras as pessoas sentem-se indignadas e cobram valores familiares, como se essas pessoas não existissem. Parece que a intenção é sempre esconder essas minorias e torná-las sempre oprimidas.
               Dessa forma, o Poder Judiciário e o Ministério Público precisam agir para que discursos de ódio e intolerância não sejam encobertos pela desculpa de imunidade parlamentar. Atacar, subjugar e humilhar outro cidadão vai contra os direitos humanos e esse artifício não pode ser usado nesses casos. Além disso, isso deve proibir que políticos inflamem sua militância contra outros brasileiros.