Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Se você abrir um dicionário e procurar o significado da palavra “tolerância” uma das definições que encontrará é: “boa disposição dos que ouvem com paciência opiniões opostas às suas.” A intolerância então, seria o oposto disso, isto é, quando a tolerância não acontece. Já o ódio, originalmente, é uma forma de aversão profunda, causada pelo medo ou pela raiva. Existem quase 8 bilhões de pessoas no mundo com opiniões, crenças e valores diferentes. Com frequência é visto em noticias crimes de ódio e desrespeito em razão de opniões adversas. Mas será que a intolerância contra minorias sempre existiu? 
          A dificuldade em aceitar quem é diferente não é uma fenômeno do século 21. No Brasil, já existe desde a chegada do portugueses, as desigualdades criaram desavenças e foram motivo de violência e de perseguições.  No mundo a superioridade racial foi o que motivou a escravidão dos negros, que durou quase 4 séculos. E ainda pode-se citar a Igreja Católica que perseguiu e puniu aqueles que possuíam uma crença diferente da que pregava. Por último, mas não menos importante pode-se mencionar uma das maiores tragédias da humanidade: o Holocausto – durante o Nazismo na  Alemanha. Naquela ocasião, cerca de 6 milhões de judeus foram mortos.
          Motivados pela prevenção de atrocidades, as Nações Unidas em 1948 aprovaram a Declaração Universal dos Direito Humanos (DUDH). Esse documento define os direitos fundamentais dos seres humanos, sem distinção de cor, sexo, língua, raça, opinião, nacionalidade ou classe social. Contudo, os atos de ódio e intolerância continuam acontecendo. O Ministério do Direitos Humanos, órgão responsável por estes no Brasil, a ONU e os demais órgãos responsáveis em seus determinados países, devem continuar tomando medidas e fazendo campanhas nas mais diversas áreas, como escolas e empresas e não devem desistir dessa luta, até que todos sejam tratados iguais.