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    Ao falar sobre intolerância tem-se que em mente uma aversão contra algo em específico. Intolerância contra minorias é a discriminação contra um grupo de pessoas que apresentam fatores com desvantagens sociais relacionadas à raça, gênero, orientação sexual, religião ou origem nacional, certas vezes por motivos históricos, culturais ou até mesmo religiosos.
                "O discurso de ódio começa quando se começa a limitar o direito do outro. 'Por que aquele negro ousou ser professor?', 'Por que aquela deficiente ousou ser doutoranda?' ". comentou Adriana Dias, antropóloga, sobre um assunto presente até os dias atuais. O preconceito é redigido por quem se considera em posição de superioridade ou dominância na sociedade com base em sua vivência social e cultural e se manifesta de maneiras diversas, entre elas a humilhação verbal e a agressão física, que ademais provocaram distúrbios psicológicos em massa, tais como a depressão e, logo, as possíveis tentativas de suicídio. Frequentemente ocorridos também em decorrência à questão da intolerância são os homicídios. Relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), em 2017, indica que 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram assassinados. Uma vítima a cada 19 horas. Em complemento, de acordo com o Atlas da Violência 2017, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negras. 
                O trabalho realizado nas redes sociais contra os discursos de ódio, assim como passeatas e manifestos a favor da minoria, tem um importante papel na história da sociedade e com eles adquiriu-se um avanço notável contra as desigualdades sociais. Logo também é essencial o aprendizado sobre respeito aos diversos grupos sociais nas escolas desde o ensino fundamental, o que diminuiria os índices de bullying presente nas escolas, igualmente serve para a diminuição da discriminação presente na sociedade refletidas na vida adulta.