Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Em 1948, a Organização das Nações Unidas (ONU), criou a declaração universal dos direitos humanos. Nesta, afirma-se que todos os seres nascem livres e são iguais em dignidade e direitos. Atualmente, o documento deveria servir para ajudar na conquista de igualdade, entretanto, este vem encontrando forte resistência e gerando debates acalorados no Brasil e no mundo. Sendo assim, devemos analisar o motivo das pessoas irem contra algo que, teoricamente, foi idealizado para gerar o bem comum.
          A educação como um todo, possui um papel importante no amadurecimento das convicções de cada indivíduo, principalmente em relação a temas críticos como a intolerância, todavia, o sistema de ensino está fazendo com que haja uma conceitualização errada sobre privilégios e quem realmente está incluído nas minorias, acarretando em discursos de ódio e atos que vão contra os direitos humanos, justificados por essas falácias. A presente situação pode ser comprovada analisando que, de janeiro a setembro do ano passado, 67 ativistas de direitos humanos foram assassinados no Brasil, de acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), em relatório divulgado pela Anistia Internacional, e esse acontecimento ainda é defendido por muitos brasileiros. Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos, realizado no começo de abril de 2018, 66% dos brasileiros acreditam que " os direitos humanos protegem mais os bandidos do que as vítimas" ponto deste modo, é necessária alguma ação para aprimorar a educação. 
          Portanto, indubitavelmente, a melhor forma para resolver o problema contra as minorias, é debater mais sobre esses assuntos, como os direitos humanos, em ambientes saudáveis para aprendizado nas escolas. Contudo, para que isso ocorra, o Estado deve valorizar e capacitar os profissionais da área, prestar conta do que é realizado e acrescentar mais para a infraestrutura das escolas. Espera-se assim que possamos viver em uma sociedade mais igualitária e unida com respeito mútuo a todos os cidadãos.