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    É fato que, nos dias de hoje, inúmeros grupos sociais buscam liberdade de expressão e direitos iguais. Portanto, há grupos que se caracterizam como sendo minorias, e que em geral estão em posição de desvantagem quando comparados a outros grupos, levando em consideração diversos fatores, tanto questões financeiras como questões étnicas e de cor. Estas desvantagens levam comunidades que se julgam superiores a praticar atos de ódio contra as minorias, o que gera uma ação em cadeia de intolerância e desrespeito. Com isso, percebe-se a necessidade de uma equiparação dos direitos de tais grupos, com intenção de haver uma sociedade mais justa para com todos. 
           Em primeiro lugar, deve-se observar para o fato de que o termo “minoria”, não se refere a uma questão quantitativa, mas sim, a uma questão qualitativa, visto que, por exemplo, tem-se a ideia de que negros e pardos representam uma minoria, apesar de que o número destes vivendo atualmente no Brasil é maior que o número de brancos. Assim, as práticas de atos de intolerância e ódio muitas vezes são propagadas por grupos menores em número, mas que ferem a um determinado grupo por inteiro. Nesse contexto, pode-se observar que há, no Brasil, um aumento dos movimentos sociais, que buscam acima de tudo, exigir e estabelecer relações de respeito com os integrantes de grupos que correspondem a minorias. De fato, as ocorrências de práticas de discursos de ódio vêm se intensificando com o aparecimento e o fortalecimento de grupos sociais que lutam por direitos iguais. Os ataques ocorrem por meio de motivações criadas e mantidas na tradição de uma determinada comunidade, onde, muitas vezes, não há um fator determinante que justifique algum ato de intolerância ou ódio contra grupos por eles visados. Entretanto, há diversos meios de propagação de discursos de ódio, como por exemplo redes sociais, que culminam na prática direta da agressão a povos que se encontram em situações desvantajosas e acabam sendo afetados por motivos fúteis.
           Por conseguinte, com o intuito de amenizar essa problemática da intolerância e da prática do ódio contra minorias, deve ser trabalhada, por meio da mídia, com campanhas publicitárias, ou até mesmo por meio de programas de televisão, que, no geral, alcançam um grande público, questões de inclusão e representatividade destes grupos, com o intuito de que sua cultura seja valorizada e melhor aceita por outros grupos. Entrelaçado a isso, o Estado deve aplicar punições a indivíduos ou grupos que praticam a intolerância e discursos de ódio, tanto quanto seguir e criar políticas públicas, no âmbito da educação e com projetos socioeconômicos, que visam o objetivo de fornecer a tais grupos igualdade, apoio, e respeito, a fim de que se possa ter uma sociedade com menos "minorias" e com mais igualdade.