Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    A intolerância contra minorias
         Nos dias atuais as pessoas estão cada vez mais intolerantes,por exemplo o massacre ocorrido na Universidade de Garissa em 2015, no Quênia, retoma as discussões sobre a perseguição de grupos extremistas contra cristãos em todo o mundo. O atentado, promovido pela milícia islâmica Al-Shabbab, resultou em 147 mortos e 79 feridos. O grupo armado invadiu a universidade e atacou as vítimas de acordo com a religião – estudantes cristãos foram mortos e não cristãos poupados. A intolerância religiosa tem sido responsável por milhares de mortes ao longo da história. Especialistas apontam que o quadro de violência pode se agravar nos próximos anos. Movimentos sociais cobram mais atenção dos governos e da mídia.
          De acordo com a Classificação 2015 da Perseguição Religiosa, da organização Portas Abertas, os 10 países onde os cristãos enfrentam a maior pressão e violência são: Coreia do Norte, Somália, Iraque, Síria, Afeganistão, Sudão, Irã, Paquistão, Eritreia e Nigéria.
            Segundo o estudo "O futuro das religiões no mundo: projeções 2010-2050", realizado pela Pew Research Center, se continuadas as tendência atuais, em 2050, haverá no mundo tantos muçulmanos quanto cristãos e o número de pessoas sem religião diminuirá. Os cristãos, no entanto, continuarão ainda a ser o maior grupo religioso do mundo, segundo a pesquisa.
         Para lutarmos contra isso os governos do mundo tem que achar soluções contra essa violência religiosa para ajudar as pessoas.