Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Intolerância e discurso de ódio.
    De acordo com a Constituição Federal brasileira todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito a vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade.
     No entanto, os frequentes casos de intolerância e discurso de ódio contra minorias mostram que os indivíduos ainda não experimentam esse direito na prática.
     Sendo assim, problemas culturais e o individualismo, dificultam os caminhos para combater a questão.
     A princípio, é valido destacar a questão cultural da sociedade brasileira que representa uma entrave perpetuador da questão.
    Isso evidencia-se na medida em que parte da sociedade disseminam a intolerância e ódio contra raças, classes sociais e crenças que herdamos dos europeus.
     Exemplo disso é que mais de 50% dos mortos por assassinatos no Brasil foram de cor negra, segundo uma noticia recente do Fantástico.
     Logo, isso mostra a aversão contra a raça negra no país e traz o acertos que grande parte da sociedade tem um olhar de soberania em relação e a essa minoria. Outro problema vigente é o individualismo do homem contemporâneo que representa um desafio à boa relação entre esses seres. Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman defende, na obra '' Modernidade liquida ", que o individualismo é uma das principais características- e o maior conflito - do pós modernidade, e , consequentemente, parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Diante disso, há aqueles indivíduos que sejam intolerantes àquelas pessoas que delas divergem.
     Nesse sentido, um caminho possível para combater a rejeição a diversidade é desconstruir o principal problema da pós modernidade, segundo Zygmunt Bauman: o individualismo Convém, portanto, quem primordialmente, a Sociedade civil organizada exije do Estado, por meio de protestos, a observância da questão religiosa do país.
     Desse modo, cabe ao Ministério da Educação a criação de um programa escolar nacional que vise erradicar a discriminação e o preconceito, o que deve ocorrer mediante o fornecimento de palestras e peças teatrais que abordam essa temática. Paralelamente, ONGS, devem corroborar esse processo a partir da atuação em comunidades com o fito de distribuir cartilhas que informem acerca das alternativas de denuncias dessas desumanas práticas, além de sensibilizar a pátria para a luta em prol da tolerância das minorias.