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    Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade é visto como crime, de acordo com o Art. 140 do Código Penal, no qual acarreta a detenção de um a seis meses, ou o pagamento de multa.
     Em síntese, é nas redes sociais em que ocorre a maioria dos casos de intolerância e discursos de ódio, visto que as pessoas justificam tal ato como "liberdade de expressão". Recentemente, um vídeo viralizou no Twitter, o qual abrangia duas meninas ofendendo um atendente negro do estabelecimento Bob's, insultando-o pela cor de sua pele. Casos como esse são vistos todos os dias, e as pessoas saem impunes. Observa-se que tal cenário é maléfico para nossa sociedade, visto que as autoridades não dão importância, para que essa realidade mude o governo deve implantar medidas emergenciais, criar ou reforçar órgão públicos para o combate ao discurso de ódio. Isso é apenas um reflexo da educação em que existe no país, como dizia o pedagogo Paulo Freire "se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco a sociedade muda", ou seja, é essencial a criação de palestras em colégios para se debater sobre intolerância, com a participação dos pais, para dar continuidade do assunto em casa. Dentre inúmeras razoēs, enumere-se que o Brasil esta em sétimo lugar no ranking de intolerância, em uma pesquisa feita pelo Jornal Nacional, em 27 países. A pesquisa supracitada evidencia que a situação está cada vez pior.
     As medidas cabíveis para solucionar esse problema, além do desenvolvimento de palestras educativas, seria aprimorar os sistemas de moderação e reforçar as equipes responsáveis pela triagem dos comentários, para tentar reivindicar que os poderes públicos intervenham em casos flagrantes de ódio em redes sociais.