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    Durante a Segunda Guerra Mundial, Adolf Hitler fez diversos discursos de ódio contra judeus, seu poder político juntamente a este sentimento contra tal povo, causou consequências gigantescas e imensuráveis. As marcas deixadas são retratadas em vários livros e salas de aulas, a fim de evitar que algo semelhante se repita.
          No entanto, isso não é o suficiente para barrar esta ira. Por exemplo, em 2017, nos Estados Unidos, ocorreram protestos contra negros, gays, imigrantes e judeus. Centenas de homens e mulheres saíram as ruas carregando tochas e gritando palavras de ordem contra tais grupos sociais.
          Ademais, a internet na maioria dos casos, impulsiona o ódio por meio de fóruns, sites e falsas teorias publicadas, agravando ainda mais a situação. Um reflexo disso, é o ocorrido na Nova Zelândia em março de 2019, onde um homem que participava de fóruns que disseminavam o ódio sobre determinados povos, mais especificamente os muçulmanos, entrou em uma mesquita e matou dezenas de homens e mulheres. Isso fere a segurança pública, um direito de todos.
    
          Considerando os fatos apresentados nos parágrafos anteriores, cabe ao Estado juntamente ao MCTIC,  Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, criarem órgãos especializados que monitorem virtualmente declarações de ódio e intolerância, além disso o Ministério da Justiça deve tornar as penas de crimes cibernéticos mais severas, com uma sentença entre 10 e 30 anos de prisão, inafiançável. E também, o MEC, necessita criar debates nas escolas para que os alunos entendam outras visões de mundo, isso seria possível na disciplina de sociologia ou por meio de palestras.