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    A segunda grande guerra, que teve início 1939, ficou marcada na história devido às atrocidades cometidas por regimes totalitários. O Nazismo e o Fascismo causaram mais de 6 milhões de mortes por divergências de religião, cor de pele, orientação sexual entre outras. Mais de meio século se passou e a sociedade ainda enfrenta dificuldades para proteger as minorias de crimes como esses.
        No Brasil, várias políticas de proteção da população foram adotadas como por exemplo: a proibição do porte de armas de fogo, delegacias especializadas para crimes contra mulheres entre outros, após a constituição de 1988,  a segurança passou a ser um direito social. Entretanto os números obtidos no país são assustadores, temos cerca de 60 mil  assassinatos por armas de fogo ao ano, em 2018 o Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada divulgou um documento comparando o número de mortes violentas no país com a guerra na Síria em 11 anos analisados o Brasil tem um número um pouco maior que nos 7 anos de guerra.
         Com uma breve análise desses dados, fica claro que  não temos dificuldades de proteger somente as minorias, mas na verdade a população em geral, com  os números tão impactantes como os de uma guerra os casos que afetam as minorias serão proporcionalmente maiores. Ademais, a análise desses casos é essencial, pois, ainda ocorrem aqueles que não são apenas consequências da violência urbana e sim um ataque direto às minorias, como a destruição de templos religiosos em Araraquara-SP e mais recentemente o fuzilamento de um carro com uma família negra, claramente esses exemplos são um ataque de intolerância religiosa e um racismo velado.
       Evidencia-se, portanto, que o Estado deve revisar as políticas de proteção para tornalas mais eficientes, aumentar investimentos em segurança a fim de reduzir a violência como um todo e legislar para tornar mais severa a punição para os crimes de ódio contra minorias.