Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    A intolerância dos brasileiros revela o senso comum de que há uma cultura ou etnia inferior a outra. Percebe-se isso nas relações passadas, como nas Missões Jesuíticas. Também nota-se este padrão nas teorias de Tylor.      
          Em primeiro plano, deve-se destacar que há um histórico sincretismo. Neste sentindo, pode-se pegar as Missões Jesuíticas, onde era substituída a cultura nativa pela europeia. Por isso, mesmo depois de muito tempo, ainda existe este pensamento eurocêntrico na sociedade. Assim, apesar de que a cultura indígena faça parte da brasileira, este grupo acaba por sofrer preconceito.
          Por conseguinte, há a enorme desvalorização de algumas etnias. Atrelado a isso, Tylor afirma que há uma evolução social. Portanto os povos menos desenvolvidos são inferiores aos mais desenvolvidos. Logo, esta filosofia tenta justificar todos as atrocidades humanas - da perseguição às minorias até a escravidão. Ainda que no meio acadêmico este pensamento seja ultrapassado, ele é muito presente através de grupos de supremacia racial, como os Neonazistas e os "Skinheads"
           A menos que medidas sejam tomadas, o problema perpetuará. Para que ocorra uma mudança contundente, as escolas devem convidar membros das minorias para palestrar. Assim, através destes representantes, se poderá conhecer a realidade vivida por eles , conscientizando os alunos. Logo será de conhecimento público que apesar de serem mais vulneráveis, eles não são inferiores em nada.